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Pastores atacam Lula em culto: “É laço do diabo”

 Pastores atacam Lula em culto: “É laço do diabo”
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi atacado pelo pastor José Wellington Costa Junior, presidente da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil). O comportamento agressivo do líder religioso ocorreu após o Partido dos Trabalhadores protocolar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) uma ação por causa da campanha eleitoral antecipada de Jair Bolsonaro (PL). O presidente da República participou de cultos feitos em Cuiabá (MT).

José Wellington esteve na “Reunião de obreiros” e falou que Lula é o “laço do diabo”. Ele relatou que recebeu pedidos para receber “o outro candidato” na igreja, mas se negou. “Alguns pastores ainda vêm trazer proposta do PT, pedir para que (a gente) receba outro candidato. Não cabe. O inferno não tem como entrar em lugar santo”, disparou.

O líder religioso não citou diretamente o petista, mas seguiu dizendo para que nenhum evangélico o receba. “É laço do diabo”, afirmou o pastor. “Ou é ou não é. Ou somos pelos preceitos morais, ou somos contra o aborto, ou somos contra a miséria que estão pregando aí, essa ideologia de gênero, ou nós vamos colocar a nossa posição diante do Senhor Jesus e da Igreja de Deus”, acrescentou. Outro pastor que se manifestou sobre o  tema foi Bezerra da Costa. Ele classificou o PT como “Partido das Trevas”.

Nos últimos dias, Lula escalou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), vice em sua chapa, para ajudar na tentativa de aproximação com os evangélicos. Ao receber apoio do Solidariedade, nesta terça-feira, 3, o ex-presidente mencionou várias vezes a palavra “cristão”, expondo a nova estratégia. “Ninguém de nós que é cristão pode dormir tranquilo sabendo que tem criança dormindo com fome, adulto na fila para pegar osso”, comentou o ex-presidente.

 

OBSESSÃO

Jair Bolsonaro (PL) voltou a atacar sem provas o sistema eleitoral brasileiro e disse na noite desta quinta-feira que informou o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, para o partido contratar uma empresa externa para fazer auditoria “antes das eleições” de outubro deste ano.

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