Fake news atingem 85% das mensagens sobre coronavírus checadas pelo Ministério da Saúde;

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Acompanhe essa e outras notícias que foram ao ar no Tribuna Livre 1ª Edição desta segunda 02/03/2020 com Kleide Delmondes e Zé Silva:

Coronavírus veio do inseticida? Paciente com coronavírus curada em 24 horas com medicamentos de Aids? Coronavírus eliminado com tigela de água de alho bem fervida? O Ministério da Saúde alerta: tudo isso é fake news.

Essas mensagens fazem parte de um grupo de correntes, “notícias” e áudios ligados ao novo coronavírus recebidos pela pasta no último mês, por meio do serviço “Saúde sem fake news”, criado para analisar notícias falsas. Não é pouca coisa. De 6.500 mensagens recebidas e analisadas entre 22 de janeiro e 27 de fevereiro, 90% eram relacionadas ao novo vírus.

Desse total ligado ao coronavírus, 85% eram falsas. Os dados são de balanço divulgado nessa sexta-feira (28). Segundo o secretário-executivo do ministério, João Gabbardo dos Reis, foram identificadas 41 tipos de mensagens mais recorrentes sobre o tema. O uso de vitaminas e chás que alegam curar a doença é a mais comum. “E sempre são notícias falsas, porque nenhuma dessas indicações têm comprovação científica de que possa ser benéfica para quem está com coronavírus”, diz Gabbardo.

Também é frequente o recebimento de mensagens com teorias da conspiração de que o vírus teria sido criado em laboratório ou disseminado deliberadamente –tudo isso é falso, afirma a pasta. Em janeiro, quando o maior número de casos novos ainda era concentrado no China e havia menos informação sobre o vírus, também era comum o envio de vídeos e fotos de pessoas caindo e desmaiando nas ruas –o problema é que tudo era “fake”, de novo. “São vídeos que tinham sido publicados muito antes do aparecimento do coronavírus”, afirma o secretário.

Nas últimas semanas, a Organização Mundial de Saúde tem apontado as fake news como um dos principais desafios em relação ao novo coronavírus. A orientação é que pessoas busquem informações em fontes oficiais.

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