Coronavírus criou uma corrente de solidariedade entre as empresas

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Raymundo da Fonte, Grupo Moura, Unilever, Stella Artois, Parqtel e outras estão ajudando governos e comunidades no combate à covid-19 no Brasil

Adriana Guarda   Publicado em 29/03/2020 às 7:00

A pandemia do coronavírus expõe a fragilidade do sistema público de saúde e a falta de agilidade dos governos em apresentar soluções rápidas à crise. Mas, também, acelera mudanças de comportamento e estimula ações solidárias. No Brasil, desde que a covid-19 começou a avançar no final de fevereiro, tem crescido o número de empresas engajadas no combate ao vírus. São companhias que olham para ‘dentro de casa’ e para a comunidade. As principais ações são de apoio a hospitais e unidades de saúde nos municípios e a populações vulneráveis. Em Pernambuco, um milhão de pessoas vive em situação de extrema pobreza, com menos de R$ 145 por mês. Não é ficção quando se diz que muitas comunidades não têm água e sabão para lavar as mãos várias vezes ao dia, como recomendam os sanitaristas.

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