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Lula agradece ao Nordeste por garantir 70% dos votos em sua reeleição

O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saudou eleitores de estados da região Nordeste, na noite deste domingo (25/10), por lhe ter dado a maioria dos quase 65 milhões de votos, na vitória contra o então presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro, nas eleições deste ano. “Graças a Deus esse país tem o povo nordestino onde eu tive 70% dos votos nessas eleições”, discursou, sobre um trio elétrico, na avenida Paulista, em São Paulo. Ao lado do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e do senador e ex-ministro da Educação de Lula, Camilo Santana (PT-CE), o presidente reeleito agradeceu suas contribuições na campanha. “Eu sei que aqui (em São Paulo) tem muitos descendentes de nordestinos”, completou Lula, ao ser respondido com um coro em celebração à região que abriga estados como a Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí. Reforço de nordestinos na campanha A alusão a estados do Nordeste, além de acenar para o fato de Lula ter tido 70% de seus votos nesta região, ocorreu após a campanha à reeleição do presidente ter incluído assessores e até políticos do PT eleitos nessas unidades da federação para intensificar a corrida para o segundo turno. Rafael Fonteles e Camilo Santana

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Eleições 2026: Lula supera Flávio em mais de 4,4 milhões de votos, ampliando vantagem em relação a 2014 e 2022

O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) por 4.430.191 votos. A diferença foi de 3,58%. O petista terminou o pleito com 51,79%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou com 48,21%. A distância entre os candidatos é maior que a da eleição de 2022. Naquele pleito, Lula venceu Jair Bolsonaro por 2.139.645 votos. Lula teve 50,90% e o ex-capitão reformado, 49,10%. Em porcentual, a diferença foi de 1,8%. A histórica vitória de Lula, em que ele se tornou o primeiro da história a virar uma eleição em segundo turno, superou também a disputa apertada entre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB). Naquela eleição, Dilma venceu Aécio por 3.459.963 votos, quase 1 milhão a menos do que Lula bateu Flávio. A ex-presidente teve 51 64% dos votos, contra 48,36% de Aécio. Em porcentual, a distância foi de 3,28%. Em eleições recentes, distância de Bolsonaro é maior das últimas quatro eleições A maior distância das últimas quatro eleições ainda é de Bolsonaro que, em 2018, venceu o então ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) por 10.756.941 votos. O ex-capitão reformado terminou o pleito

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Pernambuco registra avanço de Lula e queda na abstenção e nos votos brancos e nulos no segundo turno

O estado de Pernambuco seguiu o observado no resto do país e registrou uma diminuição na abstenção e de votos brancos e nulos do 1º para o 2º turno das eleições presidenciais. O pleito desse domingo (25) elegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao quarto mandato com presidente da República. No 1º turno, em 4 de outubro, 5.911.062 dos 7.223.450 dos eleitores aptos foram às urnas votar em Pernambuco. A abstenção, portanto, foi de 18,17%, com um total de 1.312.388 pessoas que não votaram. No 2º turno, no entanto, esse número mudou: 6.126.467 eleitores compareceram às urnas – uma diferença de 215.405 votos com relação à primeira rodada da votação. Com isso, a abstenção caiu para 15,18%, com 1.096.760 ausentes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O estado seguiu a toada nacional de queda na abstenção, que passou de 21,08% para 19,21% do eleitorado, uma redução de 1,87 ponto porcentual. O dado também é o menor registrado em uma eleição presidencial desde 2006 (18,99%). Em números absolutos, o total de eleitores que não compareceram às urnas caiu de 33.469.244 para 30.466.838, uma diferença de 3.002.406 pessoas. Menos votos brancos e nulos em Pernambuco Os votos brancos também diminuíram de

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Cadu Xavier, candidato ao governo do Rio Grande do Norte pelo PT (Reprodução/Instagram)

Cadu Xavier vence segundo turno e é eleito governador do Rio Grande do Norte

Candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) se torna governador do estado pela primeira vez Correio Braziliense Cadu Xavier (PT), o “Cadu de Lula”, é o novo governador do Rio Grande do Norte. O candidato do Partido dos Trabalhadores foi eleito para o cargo pela primeira vez na trajetória política após derrotar o adversário, Alysson Bezerra (União). No segundo turno, disputado neste domingo (25/10), a vitória veio com 50,78% dos votos contra 49,22% dos votos. Ainda antes do primeiro turno, Cadu havia protagonizado uma virada na liderança durante a corrida pelo governo potiguar. Em pesquisa divulgada pela Quaest, na sexta-feira (25/9), nove dias antes do primeiro turno das eleições, estava consideravelmente atrás de Allyson. O candidato do União tinha 39% das intenções de voto, contra 21% do petista. Apesar de ter ultrapassado o rival e ter voltado a estar à frente, acabou superado no primeiro pleito, por muito pouco: 36,94% para Alysson, contra 36,16% para Cadu. No fim do segundo turno, no entanto, houve nova mudança no certame. Nascido no Rio de Janeiro (RJ), mas morador da capital Natal (RN) desde a infância, Cadu cursou e se graduou em Engenharia de Computação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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Lorenzo Pazolini derrota Ricardo Ferraço e se elege governador do Espírito Santo

Pazolini se consagrou matematicamente governador em seu primeiro mandato com 52,01% dos votos válidos, contra 47,99% de Ferraço Estadão Conteúdo O ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), venceu as eleições para governar o Espírito Santo neste domingo (25) no segundo turno. Com 97,23% das urnas apuradas, o eleitorado capixaba elegeu o novo governador com 52,01% dos votos válidos, contra 47,99% de Ricardo Ferraço (MDB), que tentava a reeleição. O resultado foi conhecido às 20h57, momento em que Pazolini se consagrou matematicamente governador em seu primeiro mandato no cargo. Ao lado de sua vice, Eliane Leal (PL), Pazolini governará o Espírito Santo pelos próximos quatro anos. O novo governador assume o cargo a partir do dia 6 de janeiro de 2027. A nova data de posse começa a valer a partir desta eleição de acordo com a mudança definida por emenda constitucional promulgada em 2021 (EC 111). O primeiro turno já mostrava uma vantagem do candidato do Republicanos sobre Ferraço, que assumiu o cargo de governador em abril após a saída de Renato Casagrande (PSB) para concorrer a uma cadeira no Senado, cargo o qual foi eleito no primeiro turno. Na primeira etapa do pleito, Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos

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O agora eleito governador conquistou a vitória com o alinhamento político de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Omar Aziz vence a disputa pelo governo do Estado no Amazonas

Com 85,84% da apuração, Omar Aziz e sua vice, Alessandra Campelo (PSD), garantiram matematicamente seus mandatos com 59,96% dos votos válidos Alexandre Cunha O senador Omar Aziz (PSD) registrou maioria nas urnas e agora assume como governador do Amazonas a partir do dia 6 de janeiro de 2027. O candidato do Partido Social Democrático no Estado já havia ficado à frente na votação de primeiro turno e agora deixa sua vaga no Senado Federal para assumir o executivo do Amazonas. Com 85,84% da apuração, Omar Aziz e sua vice, Alessandra Campelo (PSD), garantiram matematicamente seus mandatos com 59,96% dos votos válidos. Professora Maria do Carmo (PL) recebeu 40,04% dos votos. Do Senado para o Executivo Com a vitória para o governo, Omar Aziz deixa seu cargo de senador pelo Amazonas, que era válido até 2031, e a vaga passa para sua primeira suplente, Cheila Moreira (PT), ampliando a presença do Partido dos Trabalhadores no Senado Federal. Omar Aziz (Omar José Abdel Aziz) nasceu em 1958 (68 anos) na cidade de Garça, no interior de São Paulo, e é formado em engenharia civil. Ocupou seu primeiro posto político como vereador de Manaus, capital do Estado, em dois mandatos, 1989 e 1992,

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